Sabia que nem toda fotografia com afeto é uma foto com memória afetiva?

Entenda qual a diferença e como isso pode ser útil pra você

Quando a gente para pra pensar em uma fotografia com afeto, vêm uma foto da família ou de uma acontecimento especial, né? E aí a gente já pensa que essa fotografia traz uma memória afetiva. E talvez traga, mesmo. Talvez essa memória te faça sentir uma emoção. Transforme o seu estado de humor atual.

Ou talvez essa foto apenas traga um sentimento “ok”, como: “ah, que legal essa fotografia da minha avó”.

Aí tem situações bem diferentes. E é importante a gente falar sobre elas, dentro do contexto do uso terapêutico das memórias afetivas, que é o que fazemos na farmácia olfativa.

 

A fotografia com afetividade

Essa fotografia que traga o sentimento sutil, ou apenas um carinho, é a fotografia com afeto. É a foto que é legal pra você, mas que não te traz uma emoção. Que não transforma o seu estado de humor.

Que não te transporta para a memória.

Então essa foto é uma foto legal, mas, não é uma foto com possíveis efeitos terapêuticos pra você.

 

A fotografia com memória afetiva

Essa fotografia é aquela que vai provocar uma mudança em seu interior, quando você a vê. Ela vai trazer de repente alguma emoção. E pode ser intenso, tá?! Porque é assim que a memória afetiva é.

A memória afetiva que essa imagem traz é a emoção que você sentiu no momento em que aquela foto foi feita.

Por isso ela transforma seu estado de humor. A foto é o gatilho que traz para o seu momento presente aquele estado emocional que está ali na memória.

 

A fotografia com memória afetiva pode estar presente na sua farmácia olfativa

Imagine que você tenha uma fotografia feita em um momento muito importante pra você. Vou te contar a minha história com essa foto, pra você entender como funciona. Aqui você vê uma selfie, que eu fiz logo após terminar a apresentação do meu 1º solo de dança do ventre.

Eu havia me preparado durante 4 meses para aquela apresentação. Foram 4 meses vivenciando a música, as emoções e desafios de criar a coreografia, de comunicar a mensagem que eu queria comunicar. Eu estava estudando o arquétipo da Rainha de paus, um arcano do tarot. E era esse arquétipo que estava sendo representado ali, desde a escolha da música até o tom da luz durante a apresentação.

E quando escolhemos um arquétipo para guiar uma apresentação, a vivência fica ainda mais intensa, porque você tem as questões psicológicas relacionadas àquele arquétipo!

Enfim, todo esse contexto psíquico e emocional estava presente naqueles 4 meses, representados em alguns minutos da dança.

Eu experimentei tudo isso e também as emoções de me apresentar em público, ali na hora de dançar.

Essa fotografia que você conta essa história, pra mim. Ela tem a emoção do prazer no final da jornada. Da satisfação de ver uma fogueira acesa.

Quem já acendeu uma fogueira, sabe como é: você reúne folhas secos, gravetos e lenhas. Você faz a montagem deles de uma maneira estratégica, para alimentar desde a faísca até o fogo. E aí você acende e vá nutrindo até o ponto em que a fogueira esteja de fato acesa.

Esse prazer que há no final da jornada é muito maior que o prazer de cada passo dado. É um orgasmo.

Então essa foto tem a emoção do orgasmo emocional que foi ter concluído o meu 1º solo.

Por ter essa emoção intensa, ela é pra mim uma memória terapêutica.

Sempre que eu olho essa foto com presença e tempo pra contemplar, eu tenho a oportunidade de experimentar aquelas emoções novamente.

 

Agora, imagine só que ferramenta valiosa!

Nos dias em que eu estiver cansada, no meio de um projeto desafiador, eu tenho a oportunidade de me reconectar com a memória afetiva dessa foto. De experimentar novamente o gostinho da vitória.

Esse simples resgate da memória afetiva pode ser o suficiente para transmutar o meu humor atual.

Pode ser o gás que eu precisava para abraçar o meu projeto e seguir em frente.

 

Não podemos subestimar o poder de uma dose de nutrição.

Essa dose pode ser o elemento que vai nos impedir de desistir de algo importante.

Porque o cansaço faz parte do processo.

Já sabemos disso, não é?

É sábio dos precaver e ter ferramentas de nutrição para esses momentos de dificuldades emocionais e psicológicas.

 

A Farmácia olfativa é sobre isso: cuidados preventivos e fortalecedores.

É sobre usar nossas emoções e memórias a nosso favor.

Porque sempre vamos precisar!

 

 

 

No exemplo aí da minha fotografia com memória afetiva, você viu como a minha foto que carrega gostinho da vitória pode ser uma ferramenta terapêutica.

Te desafio a fazer uma prática de farmácia olfativa aí: olhe as suas fotografias e sinta.

 

Alguma delas te traz de imediato uma emoção?

Que emoção é essa?

Em quais momentos ela poderia ser utilizada como uma ferramenta terapêutica?

 

 

Você deve ter percebido que somente as fotografias com memórias afetivas podem ser terapêuticas, dentro do método farmácia olfativa.

Isso porque elas são como um gatilho emocional positivo.

Elas trazem uma emoção, coisa que a fotografia com afeto não traz.

Portanto será terapêutica somente a fotografia que traz emoção.

É importante você distinguir entre suas fotos qual delas traz junto uma memória afetiva.

Este é o fator que vai te dizer se ela pode te ajudar no futuro, quando você estiver precisando mudar de humor ou vivenciar uma emoção.

Esse seu eu do futuro vai te agradecer por ter dedicado um tempo hoje para essa prática.

 

 


Este conteúdo faz parte do nosso workshop Farmácia olfativa.

Criamos essa técnica com base nas neurociências, nas práticas não farmacológicas de saúde mental e na aromacologia.

Porque é possível ter suporte na saúde mental e emocional além dos medicamentos e dos óleos essenciais.

Um suporte perfeito para ser utilizado em momentos de crises emocionais e para criação de rotinas mais saudáveis.

Vem com a gente criar a sua farmácia olfativa. Ela é criada de acordo com as suas memórias afetivas e personalidade olfativa.

A próxima turma começa dia 22 de maio!

 

 

 

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